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sábado, 26 de novembro de 2011

Grass Valley introduz novo conjunto de ferramentas 3D para o Edius

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"Vemos o crescimento da produção 3D e de projetos de pós ao redor do mundo", disse Charlie Dunn, vice-presidente executivo de produtos Grass Valley. "Agora qualquer um que trabalha em um sistema Edius pode imediatamente adicionar capacidade de pós 3D para seu arsenal de ferramentas de produção e gerar novas receitas, expandindo a sua base de clientes.".

James Cameron e Vince Pace da Cameron | Pace Group e da Grass Valley se aliaram em setembro passado objetivando a expansão do uso do 3D na indústria do Broadcast nediante desenvolvimento de tecnologia.

É parte dos planos da CPG a atual revisão do conjunto de ferramentas do Edius 3D. Não só. Trata-se também de incorporá-lo em vivo workflow 3D, segundo o fabricante.

Se alguns softwares de edição até pouco tempo atrás, só conversavam com sua própria linha de produtos (restringindo o workflow, muitas vezes - e mecanizando execssivamente um processo criativo e humano), o Edius é mais um que dá indicativos de ampliar suas possibilidades de trabalho congênere. Algumas atualizações nas últimas versões já estavam quebrando barreiras para um workflow mais maleável em possibilidade de estrutura gerencial-criativa: por que não estratégica e transmidiática(?); Direção, Produção e Montagem alienadas das novas realidades de pós, começarão a fazer filmes parciais. Algo muito maior que projeções 3D, até o momento, nada muito mais que um feature de produto de cinema high concept.

Múltiplas novas possibiliades surgindo com o cinema digital; não convém recorrer ao sistema fabril de montagem hollywoodiana dos anos 1930/1940. Trata-se de realidade que tem fornecido melhorias não só no que o software faz, mas como ele serve à criatividade humana (e criativamente, muitos ainda não sabem como usar... ótimo!). A pós-produção é algo que incrementa e se sofistica não como algo de parafernália geek; sabendo os profissionais como utilizar, pode-se intuir uma renovação cinematográfica que uma melacólica frustração já dava adeus. Agora é lá - e não fascinando-se pela digitália, mas manuseando-a por concepções cinematográficas prévias nada fundamentalistas. E de lá, o contrafluxo pode renovar produção, pré, criação, sim. 

Agora em dezembro uma prévia de 30 dias do Edius 3D estará disponível on-line para fins de teste.

sábado, 10 de setembro de 2011

Idéia e câmera, pouco.

Dá pra fazer muito com pouco, claro que dá. Mas é inegável que determinadas idéias começam a surgir a partir de possibilidades prévias no intelectual, como vias até outras na critiva, e até a concretização delas. Repertório: quem tem mais conhecimento do possível, cria mais varidade. Criatividade não é fiat lux ex nihilo; humanidade.

Então, em número e qualidade, idéias e realizações são melhores e mais frequentes, quando não se almeja ser pintor usando apenas a cor amarela em todos os quadros. Proposta estética só com amarelo é outra coisa; condicionar-se antes de conhecer outras cores, restringe sim à variações sobre o mesmo tema (na verdade, contenções, não opção, qualé...). Tem limites sim ilhazinha+câmera. Sérios, fora do iniciante. O crítico, é este levar-se sempre assim na vida, visto que determinadas idéias o criador aborta porque acha que não dá pra fazer no mundo ilhazinha+câmera. O nome disso é nivelar por baixo, desprezando criatividade (fazer o que, o melhor vai pro limbo) - uma vez que a tecnologia está muito mais acessível, o conhecimento muito mais disponível, mas a dedicação muito mais comodista. 

Idéia na cuca e câmera na mão, foi lindão até certa época. As câmeras estavam restritas a uma elite (também o exemplo brasileiro); a câmera era algo a se conquistar, e conquistada, então agora permitia o desbravar. Só que o que se desbrava, uma hora não é mais desbravável. Vai parecendo que sempre se faz o mesmo.

"Quanta coisa se faz com ilhazinha+câmera" - quantas não se faz e se poderia fazer agora com o disponível atual. Hoje certos problemas audiovisuais começam aí. Não sacando que na falta da imagem registrada, se compõe outra opção de imagem, por partes, em profundidade, em movimento - não, que cinema 3D, o quê. Tecnicismo é outra coisa, está pra câmera sem idéia. Quando vai se acordar pra criar digitalmente com majoritaria quantidade do digital sem deslumbramento tecnológico? Talvez quando se acordar que boas idéias sem viabilização estética compenente, são menos que brisa.